
Segundo informações da jornalista Carla Lima, da TV Mirante, a deputada federal Amanda Gentil teria atuado diretamente nos bastidores para viabilizar a saída de Duarte Júnior da federação entre União Brasil e Progressistas.
A movimentação, longe de ser apenas técnica ou estratégica, escancara um jogo de força interna, onde interesses políticos parecem ter falado mais alto do que qualquer construção coletiva. Nos corredores, a leitura é clara: Duarte virou peça incômoda e foi retirado do tabuleiro.
A justificativa oficial gira em torno de cálculos eleitorais para 2026, com o argumento de que a presença do parlamentar poderia atrapalhar o desempenho da chapa proporcional. Mas, na prática, o que se vê é uma decisão costurada longe dos holofotes, sem diálogo público e com forte carga de articulação política.
Nos bastidores, o episódio já é tratado como uma espécie de “expulsão branca” ou, como dizem alguns mais críticos, uma verdadeira “excomunhão política”.
Agora, fora da federação, Duarte Júnior corre contra o tempo para encontrar um novo partido e garantir sua permanência no jogo eleitoral. Enquanto isso, o episódio levanta questionamentos sobre os limites das articulações internas e até que ponto elas respeitam o espírito democrático dentro das siglas.
No fim das contas, fica a pergunta: estratégia legítima ou jogo pesado de bastidor?